Ensino especial nos estabelecimentos de ensino- falta de tecnicos ou de planeamento?

Às entidades responsáveis pela educação deste País,

Exmos Srs,
Sabemos que mais uma vez, o ano escolar que agora está em fase final, foi objeto de diversas falhas e problemas. Os encarregados de educação sentiram isso, os professores mais um ano lutaram por melhores condições de trabalho e respeito pela profissao nobre, a comunidade escolar, em geral enfrentou problemas diversos , e mais um ano está a concluir-se.
Porém, existe uma falha que alimenta ano após ano, a vulnerabilidade de alunos que por um outro motivo têm que ter um tipo de ensino diferenciado- ensino especial.
Os encarregados de educacao sofrem, os alunos sentem sérias dificuldades, os professores sensibilizados para este problema, elencam as necessidades, mas o facto é que este tipo de ensino diferenciado vem a sofrer com faltas diversas. É tempo de se investir nos recursos humanos adequados, nos alunos que carecem deste tipo de apoio e nos encarregados de educação que sensibilizados, nada podem fazer sem o apoio das entidades competentes.
Encarregados de educação preocupados com certeza não aumentam a produtividade. Alunos que não têm este tipo de abordagem e apoio nao conseguem progredir satisfatoriamente. Professores e técnicos não reconhecidos ficam frustrados.

É mais que tempo de se atacar este problema com decisão e determinação.

Sugere-se uma reflexão cuidada, com efeitos práticos e decisões céleres.

Atentamente,
Marcia Gomes

2024-03-24

Medidas para os senhorios que arrendem quartos ou casas a estudantes que estejam fora do seu ambiente familiar- contraposição aos valores praticados atualmente

Exmos Srs responsáveis pelo processo de decisão do âmbito,

Sabemos que atualmente os precos praticados no arrendamento, quer de quartos , quer de apartamentos, sao significativamente elevados, e constituem um elemento preponderante na decisão para um agregado familiar decidir, se seu filho(a) pode ou não prosseguir os seus estudos.

Por que não se implementar um conjunto de medidas que possam contribuir para o abaixamento dos valores praticados, e possam ser benéficas, tanto para quem arrenda, como para quem quer arrendar.

Assim, algumas possiveis mecidas:
- redução para metade do valor do imposto que o senhorio tem que entregar ao Estado;
- redução do IVA da água e energia para quem comprovadamente tiver arrendado a um estudante ( valor a definir);
- redução do IVA na compra de materiais/ equipamentos para melhoria das condicoes de habitabilidade do alojamento para estudantes;
- outras medidas a ponderar

Os senhorios teriam que proceder ao arrendamento a um preco justo, e nao exageradamente elevado como muitas vezes é praticado, sendo que o Estado teria em colaboracao com as competentes associações de proprietários/ senhorios definirem um valor justo para tal arrendamento de acordo com a tipologia e localização do espaço a arrendar.
Talvez a falta de residencias universitárias pudesse ser colmatada com mecidas justas a serem aplicadas com benefício para ambas as partes.

Sugiro uma reflexão ajustada sobre o assunto

Cumpts,
JMBG

2024-03-24

Diferença entre honens e mulheres em termos salariais- que visão para o futuro.

Está consagrado na constituição que não existe diferenca entre homens e mulheres em termos de direitos e deveres. Julgamos da mais elenentar justiça até com o desenvolvimento atual da socuedade, não deve existir diferenças
Por outro lado , igualmente consignado na CRP,, que trabalho igual, deve ter a mesma compensação financeira. Ora, sabemos que por diversos estudos os homens auferem em média mais 15 a 20% do salário comparativamente aquele que é auferido pelas mulheres, trabalho esse exercido sob as mesmas condições. Sabemos também que maioritariamente em lugares de gestão e decisão encontram-se homens. Seria interessante saber-se por exemplo, que disparidade existe, se é que existe, entre salarios entre homens e mulheres quando são mulheres a exercerem posições/ cargos de chefia e direção.

Não deve de facto, existir qualquer diferença, e tanto mais acentuada como estudos evidenciam, e terá que ser combatida tal situacao de disparidade. Deverá haver uma sensibilização constante nesta matéria e deveriam ser instituídas medidas minimizadoras que reduzissem o efeito prático de tal prática.
Sugere-se de facto, uma politica laboral e de salários que minimize ou elimine, de facto, essa situação.

Com os meus cumprimentos
Juliana Ribeiro

2024-03-24

25 de Abril sempre- nós somos de Portugal, Portugal não é nossa propriedade

Gostaria de deixar uma sugestão de alerta para a nossa sociedade, que atualmente se está a desviar do ideal de solidariedade e boa convivência entre todos. Talvez isso seja fruto das "lutas" politico-partidarias" que cada vez mais são acirradas e não contribuem em nada para o desenvolvimento social e humano. O 25 de Abril deu-se para tornar a sociedade mais justa, evoluida, humana e solidária. Para os cidadãos que como eu nasceram em 1960, o 25 de Abril foi uma esperança, um sinal de determinação para todos. Hoje ouco politicos a mencionarem que o País é nosso. Não sei sinceramente se assom é, ou se nós somos do País, neste caso Portugal. Ninguem é propriedade de ninguém. Portugal já existia antes de nascermos, e irá continuar muito depois de desaparecermos. Seria bom que as lutas partidárias fossem substituidas por lutas solidárias em que fossem colocados para trás os interesses partidários e constituísse m um farol as lutas e agendas para os portugueses como um todo.
Sabemos que isso é uma utopia mas...
Sugiro que com nova assembleia novo governo, nova mentalidade, se possa com determinação se tentar resolver os problemas de habitacao, sem-abrigo, segurança, educação, saúde, violência, etc possam ser enfrentados e solucionados sem ideologias a emperrarem a solução.
O País que é de todos e para todos agradece

Meus cumprimentos
JMBG

2024-03-22

Programas de voluntariado para jovens dos 14 aos 18 anos de idade durante 1 quinzena, pelo menos, no período de ferias de verão

Portugal é um pais em que a maioria da população tem revelado motivação e sensibilização para ações de solidariedade, intervindo um número significativo de voluntários.
Os jovens são por natureza solidários e voluntários.

Seria uma oportunidade interessante serem criados programas/ iniciativas variadas nos quais os jovens pudessem durante um periodo ajustado das suas férias participarem em iniciativas como, por exemplo:
- adote um avô, em lares de seguranca social
- participe na vigilancia as florestas para prevenção e alerta de incêndios florestais
- contribuição no acompanhamento de criancas de creches que vão para a praia neste periodo
- atividades de prevenção de acidentes, em especial em locais como passagem de peões ( passadeiras), saida de creches e escolas etc.
- auxilio a pessoas idosas que vivam sozinhas, e identificadas pelas autarquias, em tarefas rotineiras como ida a farmácia, compra de bens alimentares, marcação de consultas, etc
- identificação de "pontos negros" nos seus bairros, como falta de sinalética, problemas de zonas verdes, verificacao de equipamentos para criancas em areas publicas, etc
- conjunto variado de necessidades que possam ser desenvolvidas pelos jovens no respeito pelas atividades de cidadania

Existem atividades do âmbito já implementadas, mas é necessario serem criadas condições para a pratica rotineira e de certa forma permanente para estas acoes de voluntariado e solidariedade

Sugiro uma análise sobre o assunto
Meus cumprimentos

Juliana Ribeiro

2024-03-22