A maldade do catolicismo é superior à lei da eutanásia !

É lamentável que a Igreja Católica ao fim de tantos séculos de mentiras e atrocidades a milhões de pessoas em todo o mundo, desde a Idade Média com a usurpação dos dízimos aos camponeses miseráveis até ao extermínio de judeus com a conivência do Vaticano, derramando sangue nas ruas das principais cidades europeias contra muçulmanos, luteranos, anglicanos e calvinistas e posteriormente em territórios colonizados onde a conversão à força era obrigatória e sem piedade com torturas e desmembramento de braços e pernas, além de decapitações à vista de milhares de crianças, agora pretende ser a verdadeira detentora da salvação e da vida de cada ser humano, sendo contra a Eutanásia .

Não se deixem enganar com estes sacerdotes !

2020-03-10

Não enganem os futuros alunos do Ensino Superior !

As universidades e politécnicos foram criando cursos superiores, alguns deles repetitivos e sem medirem as consequências sociais futuras dos novos licenciados, porque o que lhes interessava a essas instituições de ensino superior era manter os seus docentes protegidos e acautelados e mantendo os seus lugares nas instituições pouco ou nada se importando com o futuro das novas gerações de portugueses que pagaram os seus cursos e estudaram arduamente para a desejada e almejada entrada no mundo do emprego e agora estão frustrados e desempregados. Eliminem cursos superiores sem saídas profissionais! Extingam os cursos menos procurados pelos alunos por uma questão de poupança.

2020-03-10

Contenção do covid-19

Cuidem das crianças e jovens. Antecipem as ferias da Páscoa e deixem-nas ir para casa.
Obrigada

2020-03-09

Eliminação das inúmeras entidades reguladoras inúteis em termos práticos.

Ao longo da longa democracia portuguesa que já dura quase 46 anos, assistimos e continuamos a assistir à proliferação maciça de entidades reguladoras sem efeitos práticos concretos para qualquer cidadão anónimo e desconhecedor das suas verdadeiras funcionalidades.

Ao vermos sistematicamente críticas a determinadas entidades estatais criadas para a satisfação de interesses partidários e não ao serviço de todas as pessoas carregadas de impostos para a sobrevivência desses organismos despesistas e sem nenhuma resposta autêntica aos problemas sérios do país, a única solução seria a eliminação definitiva com o objetivo, mais uma vez o digo e repito, de redução da despesa pública.

O parlamento deveria tomar em consideração esta e outras propostas reivindicativas para a tão apregoada reforma estrutural do estado, modernizando-o, descentralizando-o com poucos funcionários públicos, mas altamente qualificados e valorizados economicamente e tornar a administração pública desenvolvida e menos burocrática. Por exemplo, porque razão o Cartão de Cidadão possui vários números de identificação, quando seria mais fácil e acessível com um único número identificativo para as diversas entidades públicas, o chamado número de identificação civil.

Este exemplo é demonstrativo da enorme burocracia estatal e governamental.

Contribui para a complexidade do acesso aos serviços da administração pública.

Não ajuda nada a diminuir a confiança eficaz e coerente dos serviços prestados.

Espero que tenham em consideração esta medida relacionada com a eliminação das entidades reguladoras que atrapalham e não atendem devidamente e com profissionalismo as pessoas que delas se servem.

Cumprimentos de um cidadão atento ao funcionamento deficitário da enorme e gastadora administração pública através destas entidades.

2020-03-04

Privatização de todas as empresas públicas ainda existentes em Portugal .

Senhores/as deputados/as é o momento de Portugal deixar de se encontrar na cauda da UE por causa de uma legislação demasiado rígida para o século XXI.

Todos os países que pertenciam à Jugoslávia, agora independentes e democráticos, e também todos os países que pertenciam à URSS e que agora estão vinculados à UE por opção própria e não obrigados, fizeram reformas estruturais profundas nos seus países para se modernizarem e acompanharem o desenvolvimento existente na UE ocidental.

Não foi fácil e tiveram a contestação da sociedade inicialmente, que estava habituada a regalias/subsídios do Estado a que pertenciam e com o passar dos anos e décadas foram-se aproximando dos seus congéneres mais desenvolvidos e agora estão a usufruir das mudanças profundas levadas a cabo pelos seus governos e parlamentos nacionais.

Aqui em Portugal, após o 25 de abril de 1974, muita gente sensata esperava que os seus representantes tomassem um caminho profundo de reformas mais amplas e duradouras para que a sociedade não continuasse fechada no fascismo ditatorial, mas também no advento do socialismo/comunismo que espera dominar durante o PREC e não só o país, invadindo propriedades e empresas privadas. Ocorreram ameaças aos meus familiares que eram simples comerciantes de uma aldeia e que foram acusados de burgueses e capitalistas por se dedicarem a uma profissão honesta de venda de bens de consumo diverso, incluindo medicamentos, já que naquela altura só as principais cidades possuíam farmácias.

Por isso, sugiro que os representantes do povo português, tomem medidas para que todas as empresas públicas na posse do Estado sejam totalmente privatizadas com a intenção de acabarem as nomeações partidárias e assim tal como os países do Leste Europeu, canalizem as inúmeras despesas e más gestões das ditas empresas para a educação, saúde, segurança social, forças de segurança e para o que verdadeiramente cabe ao Estado: Liberdade ; Independência das Instituições; Igualdade de todos os cidadãos em termos de acesso aos bens públicos; Transparência dos cargos públicos e dos seus titulares e finalmente eliminação do desperdício.

2020-03-04

Parlamentarização da República Portuguesa

Em pleno século XXI, o poder legislativo deve ser valorizado e controlar o poder executivo nas suas tomadas de decisões que muitas vezes não correspondem aos anseios das pessoas e da sociedade em geral.

É verdade que num único dia de 4 em 4 anos se vota livremente para a Assembleia da República , mas depois com a formação do governo e aprovação do seu programa que a esmagadora maioria dos cidadãos não lê, por ser demasiado extensivo e também pouco esclarecedor das iniciativas que dito governo pretende tomar numa nova legislatura.

Isso mesmo, uma nova legislatura, 4 anos de poder legislativo em que os representantes do povo eleitor devem estar atentos a todas as propostas; medidas; iniciativas e também nomeações por forma a não destruírem um dos pilares da democracia portuguesa: O parlamentarismo .

2020-02-25

Formação Profissional reforçada em detrimento do Ensino Superior

Em Portugal sempre se considerou que ter um curso superior era sinónimo de empregabilidade e de estatuto social. Uma grande mentira que os políticos pretendem lançar ao público em geral, fazendo crer que é uma verdade indiscutível, mas não é.

Inúmeros licenciados e com mestrado estão inscritos nos centros de emprego ( centros de concentração de excluídos profissionais ) porque desde o 25 de abril de 1974 começaram a surgir no país centenas e centenas de cursos superiores que acabaram por lançar para o mercado de trabalho milhares de licenciados com a intenção de colmatar as necessidades laborais no domínio académico. Posteriormente, em 1986, o país entra na CEE e mais instituições/cursos superiores são criados com o objetivo de mostrarmos perante a Europa desenvolvida que estávamos a fazer progressos significativos na formação de quadros qualificados, que numa primeira fase foram necessários, mas depois no final da década de 90 do século XX e inícios do século XXI até 2003, a situação começou a mudar radicalmente com um gradual e lento aumento de desempregados licenciados cujo mercado de trabalho ou laboral não absorvia na sua plenitude.

Surgem nessa época, 2003, os chamados cursos profissionais para desempregados qualificados que tinham como objetivo requalificar em 3 meses milhares de qualificados que posteriormente se viram novamente inscritos no IEFP. A situação tornou-se humilhante para quem após longos anos de estudos viram a sua vida inutilizada com governos que foram ignorando sistematicamente a situação de tanta gente anónima e sem liberdade de expressão na comunicação social, na medida em que esses órgãos de poder comunicacional não lhes interessava falar dos " novos excluídos socialmente" por parte das entidades públicas.

Entretanto, as universidades e politécnicos foram criando mais cursos superiores, alguns deles repetitivos e sem medirem as consequências sociais futuras dos novos formados porque o que lhes interessava a essas instituições de ensino superior era manter os seus docentes protegidos e acautelados, mantendo os seus lugares nas instituições pouco ou nada se importando com o futuro das novas gerações de portugueses que pagaram os seus cursos e estudaram arduamente para a desejada e almejada entrada no mundo do emprego e do reconhecimento social e académico.

Agora, considero que os cursos profissionais, após a conclusão do ensino básico, devem ser reforçados e aumentados em áreas de enorme empregabilidade. E os deputados/as de todos os partidos deveriam legislar para que 50% dos alunos no final do 9º ano de escolaridade encetassem por cursos profissionais em escolas secundárias e alguns centros de formação especializados para os tornarem cidadãos de pleno direito e conseguirem aos 18 anos de idade a sua independência económica e profissional e serem livres num futuro incerto, mas com uma certeza ( o domínio da tecnologia; da cibernética e da robótica ).

Tentem legislar e encaminhar os alunos para cursos profissionais com empregabilidade imediata, através da intermediação de psicólogos educacionais orientadores .

O futuro estará nas mãos dos profissionais qualificados em cursos orientados exclusivamente para a vida ativa e competitiva , num mundo em constante mudança aos vários níveis.

2020-02-25

Os poderes do Parlamento devem ser reforçados para bem dos cidadãos/eleitores

Numa democracia parlamentar como a portuguesa, os deputados e as deputadas de vários partidos políticos ali representando o povo que os elegeu conscientemente, devem ver os seus poderes reforçados na tomada de muitas decisões e também na nomeação de cargos públicos de relevância para a sociedade civil.

Por exemplo, todas as nomeações feitas pelo governo para lugares da administração pública não eletiva, deveria ser uma enorme e grande triagem através do parlamento, onde alguns políticos afirmam que é a casa da democracia, casa essa incompleta em virtude da intromissão dos governantes e Presidente da República.

Quando as pessoas medianamente informadas se apercebem, mediaticamente, que certas e determinadas pessoas são nomeadas pelos governantes e Presidente da República, a resposta que dão abertamente é que a escolha foi partidária ou ligada a determinados grupos de influência que conseguem de forma eloquente convencer ministros e o chefe de estado. Logo, a dúvida começa a surgir na mente de muita gente e cada vez mais: Afirmando que aquele ou aquela pessoa nomeada tem pouca ou nenhuma liberdade e independência para tomar decisões transparentes. As pessoas em Portugal, felizmente com o passar do tempo, começam a aperceber-se que as nomeações para cargos públicos de empresas estatais; institutos e fundações públicas; direções gerais e entidades reguladoras estão na mão de governantes, deixando o parlamento praticamente e somente a legislar sem outras funções imprescindíveis, para que o universo burocrático do Estado não seja submetido ao parlamento de todo o povo português.

O parlamento deveria tomar uma força maior de esclarecimento da opinião pública e escrutinar seriamente e sem interferências externas as escolhas dos futuros ocupantes de funções públicas de topo, valorizando a carreira profissional; o mérito alcançado com os seus trabalhos realizados em prol da sociedade; a sua idoneidade e profissionalismo; figura independente e livre de pressões; altamente responsável das decisões que toma e respondendo perante o parlamento que o nomeou através de comissões de avaliação e desempenho para as funções ou cargos que lhe estão destinados.

Assim a democracia parlamentar seria mais madura e com uma maior abertura aos inúmeros profissionais de diferentes áreas de atividade que estão afastados da vida pública por questões meramente partidárias.

Existem pelo país académicos e técnicos altamente qualificados, mas que não são solicitados porque pensam pela sua própria cabeça e não querem estar sujeitos a pressões políticas.

Acho que está na altura do parlamento adquirir mais poderes e limitar o governo a executar simplesmente as decisões parlamentares e a figura do Presidente da República tornar-se-ia de mero representante da nação, sem direito a veto ou promulgações.

Trata-se de uma sugestão que será difícil de ser compreendida por quem não gosta de mudanças na política e no funcionamento de todas as empresas, instituições, entidades e organismos estatais.

Pensem bem se estiverem interessados neste tema relevante !

2020-02-23

Construir um novo aeroporto é estar a favor da contaminação .

Começo a não entender o funcionamento deste governo em termos de questões ambientais e de redução da contaminação em geral e a valorização do que ainda resta da Natureza, fundamental à biodiversidade e também à diminuição ou redução das inúmeras doenças associadas à poluição atmosférica, urbana, hidrográfica e mesmo marítima.

Senhores/as deputados/as são situações como estas em que os eleitores desconfiam dos políticos em geral porque pretendem confundir a sociedade civil com a apresentação de projetos de envergadura com o intuito de mostrar que as alterações climáticas são um grave problema para a humanidade e ao mesmo tempo aprovam várias construções de infraestruturas, incluindo um novo aeroporto, que vai totalmente contra a diminuição , redução, limitação, extinção de todos os combustíveis fósseis e impondo aos portugueses fartos de trabalhar e pagar impostos, alternativas em termos de deslocação ou mobilidade amiga do ambiente que terminam por causar uma tremenda confusão e desconfiança relativamente ao que se quer fazer no futuro para remover o que verdadeiramente é insano : todos os transportes aéreos e marítimos que estão constantemente a envenenar as pessoas que vivem ou trabalham nos locais por onde circulam diariamente, sem interrupções.

O governo afirma que é para bem da economia, mas depois acabamos gradualmente por falecer e quem cá fica para gozar dessa tão apregoada economia, que só beneficia uma minoria como sempre foi ao longo dos tempos ?

Cabe ao parlamento tomar medidas sérias e eficazes em termos ambientais que não prejudiquem ainda mais as pessoas que simplesmente querem levar uma vida tranquila, equilibrada, moderada e sem sobressaltos tornados fatais para elas próprias.

Espero que os representantes do país ,antes de agirem nas suas tomadas de decisões, pensem bem o que poderá ocorrer, se o que apresentam a favor da economia, é prejudicial aos seres vivos em geral ou não !

Agradeço a atenção que possam dar a esta sugestão .

2020-02-20

Tornar a disciplina de Português mais cativante para os alunos .

Nos últimos anos ou mesmo na última década a disciplina de Português no 2º Ciclo do Ensino Básico contempla a leitura de textos de autores que tentam reduzir ou minimizar o pensamento crítico dos alunos/as entre os 10 / 11 anos de idade.

Atualmente assiste-se nas aulas de Português a um demasiado aborrecimento pelos textos que as crianças leem e advertem os prefessores de infantilismo e de baixa qualidade interpretativa porque, segundo muitos alunos, as questões do quotidiano seriam mais agradáveis de ler e interpretar em virtude da imensa informação que vão obtendo através das novas tecnologias da comunicação e informação.

Textos infanto-juvenis para aquela faixa etária já começam a ser fastidiosos e pouco aceitáveis, na medida em que tanto os autores escolhidos como os textos não lhes dizem nada e interpelam os professores que o que estão a ler, não lhes é útil para a vida futura em que são obrigados a uma competição feroz e a uma realidade menos sadia.

Quando começam a entender que os pais têm dias árduos e longos de trabalho; quando assistem em casa a discussões por falta de emprego ou precariedade laboral e quando se apercebem na escola e entre amigos que as desigualdades familiares são reais e não ficcionais, a escola para eles torna-se um local pouco ou nada atrativo em virtude de determinados conteúdos programáticos de algumas disciplinas e em concreto da disciplina de Português , que tem vindo a desvalorizar as capacidades criativas e críticas de alunos/as.

Por isso, os deputados deveriam criar uma comissão específica para tratar da disciplina de Português no 2º Ciclo do Ensino Básico com temáticas / textos relacionados com a vida quotidiana; a pobreza no país e no mundo; a existência de problemas de relacionamentos entre as pessoas ; o suicídio ; a depressão; a convivência com diferentes povos e etnias que futuramente em Portugal serão uma realidade mais vasta em virtude da fraca taxa de natalidade entre os chamados " caucasianos"; textos sobre variadíssimos assuntos de abordagem crítica e formativa para a vida futura.

Quanto à gramática ou melhor o funcionamento da língua portuguesa seria adequado aprofundar mais a fonética; morfologia; semântica e eloquência. Pois , cada vez mais, existe a necessidade de preparar as novas gerações para o saber falar e também o saber escrever corretamente suportes burocráticos como: cartas de apresentação para empregos bem elaboradas e convincentes; aceder a informações úteis para o relacionamento em sociedade ser mais compreensível e fiável; comunicar oralmente de forma eloquente no tratamento com os seus semelhantes e expressarem-se formal e informalmente sem terem que memorizar ou " decorar" as inúmeras classes gramaticais que os atrapalha e confunde verdadeiramente.

Não estou a pedir nada de mais relativamente à mudança que deve ser feita na disciplina de Português!

A persistência em autores vivos ou mortos que são obrigados a ler, quando a leitura deve ser uma escolha livre e independente, nunca imposta por pessoas, que até os melhores professores desconhecem, é algo que estimula a curiosidade, a sabedoria individual, a leitura entusiasmada ( nunca imposta como obrigação), a procura de outros saberes fruto de textos interessantes e abertos ao mundo.

Pensem bem na minha simples proposta que mudará para melhor o gosto pela disciplina que ao mesmo tempo é a sua língua materna e idioma mundial.

Agradecimentos a todos os deputados/as que aceitem este desafio .

2020-02-16