Comportamentos criticáveis perante os agentes de forças de segurança na verificação/controlo de procedimentos que não estão em conformidade com o superiormente estabelecido- COVID 19

Temos assistido a comportamentos de jovens, e menos jovens durante o período em que não são permitidos determinados comportamentos, com vista a evitar-se a propagação do virus à comunidade. Já estivemos confinados- todos- e agora não será admissível que uns quantos, arruinem tudo. As forças de segurança já procederam ao longo de várias semanas, a atitudes pedagógicas e de aconselhamento da população. Agora têm autoridade para monitorar e acabar com ajuntamentos ilegais, consumo de bebidas alcoólicas na via pública, promoverem o distanciamento social, verificarem as condições nos transportes públicos, etc. Porém, tem-se verificado um comportamento agressivo e desafiador por parte de alguns grupos da população, que inclusivé, agride esses profissionais que cumprem a sua função emanada da lei. Não é permitido, nem admissível que se assista em sociedades democráticas a comportamentos desses por parte de alguns grupos da população. Sugiro que sejam equacionadas medidas mais graves perante cidadãos que actuam contra a autoridade. Se estamos em período de excepção, que excepcionalmente se endureçam as medidas punitivas.
Att

Jorge Gomes

2020-06-27

Faturação em função do agregado familiar

Venho sugerir que a faturação da luz, água e gás possam estar associadas ao número de elementos do agregado familiar.
Numa fase em que as preocupações ambientais, são um assunto do momento, penso que seria justo analisar estes consumos mais detalhadamente. Assim por exemplo, uma família de 3 elementos com um consumo de água, de 5 metros mensais, estará a contribuir mais do que um agregado de 1 só elemento.
Julgo que está medida poderia, além de ser mais justa, trazer mais incentivo á poupança destes bens essenciais.

2019-12-12