Medicamentos para prevenção de cancro para mulheres- comparticipação exige-se!

Exmos Srs,
a situação económica dos agregados portugueses, como se sabe, não é muito favorável. O SNS enfrenta igualmente uma crise de sustentabilidade, no entanto, haverá que prevenir determinadas situações, que se não o forem, poderão originar nas mulheres patologias e consequências muito negativas para as mesmas, bem como para o serviço nacional de saúde pelas consequências nefastas em termos de tratamentos, afetação de recursos humanos e tecnológicos associados. A prevenção neste caso deveria ser a regra. Assim, determinados medicamentos para uso e aplicação das partes intimas nas senhoras (gel, óvulos, etc), que por exemplo contraíram o vírus do HPV, que se não for tratado em tempo e com persistência, poderá degenerar num cancro do colo do útero e outros, acarretando para o paciente um transtorno enorme e respetivas famílias, para a economia (trabalho) e para o SNS em si pelas implicações inerentes.

Estamos em crer que a prevenção aqui será a ação chave. Assim, os medicamentos existentes no mercado, e há alguns que não têm comparticipação, deveriam ter essa comparticipação pelo Estado, pois os preços são algo elevados (dezenas de euros) e assim poder-se-ia desanuviar o esforço financeiro mensal por parte dos agregados familiares.

Sugere-se uma análise criteriosa e responsável pelas autoridades competentes e que uma comparticipação pudesse ser efetiva por parte dos serviços do Estado.

Meus cumprimentos,

Marcia Gomes

2025-12-20