Aumento idade limite para as forcas armadas

Bom dia senhores deputados. A minha sugestão é o aumento das idades limites para ingressar nas forças armadas. 24 anos para civil Sem licenciatura é uma idade muito baixa ontem não cativam jovens. O meu caso tenho 27 anos e com 23/24 ainda nao sabia ser era o serviço militar que queria ou não, hoje com 27 não tenho dúvidas que é la onde quero fazer a minha vida. Deviam ter isso em conta aumentavamos o efetivo e cativavam mais jovens ao serviço militar

2025-11-06

Proposta de um programa de mobilidade académica nacional

Exmos. Senhores Deputados e Senhoras Deputadas da Assembleia da República Portuguesa,

Eu, na qualidade de cidadão atento (e preocupado) e de estudante de uma IES (Instituição de Ensino Superior) portuguesa, pretendo partilhar uma ideia que não é nova, mas cuja urgência me parece cada vez maior: a criação de um programa de mobilidade académica nacional.

Todos nós sabemos o estado da nossa nação: a zona litoral completamente a "rebentar", onde uma renda de um quarto para um estudante começa a emular o preço de um T1, e um interior cheio de oportunidades desperdiçadas.

A proposta é simples, criar um "ERASMUS interno".

Basicamente seria um programa (financiado pff) que incentive um estudante de uma IUS a fazer um semestre de aulas numa qualquer outra IUS do nosso belo interior (mas não restrito apenas à universidade da beira interior).

Se programas deste género já funcionam com a Universidade de Brno na República Tcheca, com toda a certeza seria possível fazer isto funcionar com a Universidade de Trás-os-Montes (apesar de a dificuldade linguística ser equivalente).

A meu ver, para as coisas funcionarem bem, basta apenas garantir duas coisas. Que haja um incentivo financeiro para que a experiência se torne atrativa aos jovens e que haja uma garantia nas equivalências, ou seja, as cadeiras feitas na Guarda valem o mesmo que as feitas em Lisboa, por exemplo.

Eu sei que já existem alguns programas parecidos como o Almeida Garrett, da Universidade de Lisboa, mas estes programas são muitas das vezes limitados e dependem de protocolos bilaterais. O que eu proponho é algo diferente, seria um programa nacional, mediado pelo próprio Ministério da Educação, à semelhança do que acontece no Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.

Acho que todos os envolvidos ficariam a beneficiar com este programa; os estudantes ganhavam autonomia e a oportunidade de melhor conhecer o próprio país; e o interior recebia uma "injeção" de capital humano jovem para melhor dinamizar as economias locais. Muitos destes jovens poderão descobrir ali o sítio perfeito para, quem sabe, abrir um negócio ou até mesmo criar uma família.

Para finalizar queria só deixar uma nota. Isto não é só mais um cidadão a sugerir algo que iria acarretar não sei quantos milhões de euros adicionais para o estado, nada disso, isto não é para ser visto como um custo, é um investimento. Um investimento no combate às assimetrias, no combate à desertificação e no combate à fuga de talentos do interior. Era usar recursos já existentes (as nossas IES) como "motor" de um país mais equilibrado. Não precisamos de inventar a roda, ela já existe e chama-se ERASMUS, só temos é de a por a "rodar" cá dentro.

Peço-vos que avaliem esta proposta com a seriedade e urgência que o país MERECE (e com uma especial celeridade, que eu ainda gostava de aproveitar esta medida).

Sem outro assunto de momento,
Com os meus melhores cumprimentos,
Ricardo Filipe Gonçalves

2025-10-27