Aumento de Tributação para moradias e apartamentos no Alojamento local

A proposta para agravamento de tributação que incide sobre os rendimentos de 35% para 50% ė absolutamente injusta, tanto.mais mantendo -se inalteraveis os 15% sobre os rendimentos dos outros tipos de alojamentos .
Sinto-me desfavorecida substancialmente dado que desde 2014 que tenho todo o negócio legalizado e cumprido todas as regras legais com.o agravamento de despesas que isso acarreta, para ver agora e uma vez mais favorecidos os restantes alojamentos que continuam a ser , uma vez mais , a manter a tributação de 15% .
Peço , por favor, que revejam está situação de divergências consecutivas.

2020-01-20

Instabilidade no AL

Exmos Senhores:
Venho por este meio pedir para terem atenção às consecutivas alterações efectuadas pelo vosso governo al AL. Começamos por legalizar a actividade, começamos por pagar iRS sobre 15% do rendimento e neste momento já há propostas para pagar IRS sobre 50% rendimento bruto.
Estamos a concorrer com os hotéis que continuam a pagar IRS sobre 15% e com os ilegais que são muitos!
Gostaria que houvesse mais respeito por quem tem sido vosso parceiro na promoção deste Portugal à beira mar plantado!

2020-01-20

Tributação do Al

Alteração do coeficiente de tributação do Al. Apesar de o meu apartamento não estar sujeito a esta alteração comungo das preocupações dos meus colegas que sentem que os seus negócios estão em risco. Esta lei afeta os colegas com menos rendimentos e que não tem capacidade de recorrer a contabilidade organizada. Sinto- me frustrada por não haver quem os defenda. Este é o trabalho deles. Falem com pessoas que tenham Al perguntem quem trata da contabilidade, quem recebe os hóspedes, quem limpa os apartamentos. Serão estes os vossos ricos? Se o objetivo é não encorajar novos Al nas zonas de contenção, não é necessário visto que já são zonas de contenção. Gostaria que me explicassem porque é que eu sou discriminada positivamente em relação a eles. Obrigada

2020-01-20

Aumento de Impostos dos Pequenos Titulares de AL

Face às notícias veiculadas sobre o OE2020 que dão conta de um agravamento do coeficiente de 0,35 para 0,50 do regime simplificado do Alojamento Local nas zonas de contenção, gostava de deixar o meu testemunho e pedia alguma reflexão:

Chamo-me Mafalda, tenho 50 anos, sou divorciada e mãe de 2 filhos e tinha uma vida muito tranquila há muitos anos enquanto secretária de administração num banco, mas entrou em downsizing e tocou-me sair em 2017.

Desde essa altura a minha subsistência e dos meus 2 filhos passa pela actividade de Alojamento Local.
Saímos da nossa casa.

Exploro em regime de Alojamento Local um apartamento entre Chiado e o Cais Sodré, ou seja, em área de contenção.



Gosto muito desta nova vertente profissional, adoro conhecer novas pessoas e o meu trabalho é gratificante e muito elogiado. Gosto de bem receber, com qualidade acima da média, prestar um óptimo serviço e portanto tenho de estar 24h atenta e disponível.



Interrogo-me, neste momento, se vou conseguir manter a minha subsistência e dos meus filhos mantendo esta minha actividade face aos constantes agravamentos fiscais dos últimos anos.

A incógnita do futuro, a perseguição e pressão a que estamos a ser sujeitos têm sido uma constante: as últimas alterações legislativas gravosas e polémicas, um novo agravamento do regime fiscal, são cenários muito penalizadores para muitos dos que vivem deste trabalho e para o próprio turismo:

- Dos que exercem esta actividade certamente haverão muitos que irão desistir porque não conseguem sequer pagar as respectivas despesas e subsistir;


- O turismo que recorre ao Alojamento Local vai ficar com poucas alternativas e tem as suas especificidades muito próprias: não gostam e não são clientes de hotéis, gostam de ser recebidos por gente local, querem a sua privacidade e custos controlados.


No meu caso, a maioria dos turistas que ficam alojados são famílias ou grupos já com número considerável (até 9 pessoas) e em que ficar num hotel não é viável por custos, por não estarem num espaço todos juntos, por não conseguirem ter a sua própria privacidade.


O meu apartamento é grande e tem encargos bastante pesados: IMI, Condomínio, seguros do apartamento, seguro de actividade de alojamento local, empregada, lavandarias e engomadorias, constante manutenção do apartamento e de mobílias, electrodomésticos, electricidade, água, gás, tv cabo, internet, amenities e welcome baskets e exigem disponibilidade 24h/dia, 365 dias ao ano.

Se tal aumento de impostos for de facto aprovado, terei de repensar o meu futuro no AL porque vou ficar sem rendimentos que garantam a minha subsistência e da minha família.

Espero sinceramente que esta medida seja retirada do Orçamento de Estado ou revista de forma a não penalizar quem criou o seu próprio emprego e precisa de trabalhar, com a dignidade e motivação necessárias.

2020-01-20

Diferenças entre alojamento local e arrendamento tradicional

Lamento que os nossos dirigentes venham para a praça publica dizer barbaridades como a que ouvimos do Sr. Ministro Pedro Nuno Santos. Um ministro encarregue da pasta das infraestruturas e habitação deveria ter estudado melhor a lição antes de dizer o que disse. Já aqui lhe foram explicadas as grandes diferenças e creio que só por teimosia se pode continuar a defender o aumento das mais valias para zonas de contenção.
É facil de fazer contas a alguns factores:
25% é quanto uma empresa de gestão de AL. Se a gestão for feita pelo próprio, entre limpezas, consumiveis e tempo, diria que até serão mais que 25%
14% fica para as plataformas como booking e airbnb
6% IVA (ok, pode ser recuperavel, mas na maioria das vezes não é)
5% para reparações e outras limpezas mais profundas
5% para contabilidade
Outros custos menores me falharão, mas só nestes 5 estão 55% de despesas e querem os senhores taxar 50%?
As unicas entidades a agradecer esta legislação são as ligadas à industria hoteleira que continuam sem zonas de contenção. Para esses não há gentrificação...

2020-01-20

Desafectação de Alojamento Local - Tributação de Mais-valias da categoria B

A situação criada com a nova intnção governamental relativa ao tema em assunto é tão surreal que neste momento só me resta aguentar um negócio de AL que, ao contrário do que se pensa, não é nenhuma mina de ouro pois caso desafecte a casa ao AL não me vai chegar o pouco dinheiro que ganhei para poder pagar as mais valias.
Entendo a preocupação dos partidos da esquerda, mas desta forma e com a política que pretendem seguir contra o AL a única coisa que vão conseguir é tirar, de muito boa gente, a única fonte de rendimento e favorecer os grandes grupos económicos. Para um governo socialista, não é o melhor exemplo.
Agradecia a vossa atenção e ponderação para este facto pois parece-me que se estão a tomar medidas de cabeça quente e sem qualquer razoabilidade.
Será que as pessoas que querem defender, as tais que dizem não conseguir viver nas suas cidades, vão querer ir habitar T0's e T1's com menos de 50 m2? Sim, é que caso não saibam é isso que predomina nos centro urbanos de Lisboa e Porto!
Cumprimentos

2020-01-20

Desafectação de Alojamento Local - Tributação de Mais-valias

A tributação das mais valias no AL é, sem dúvida, uma das coisas mais estranha e injusta com a qual tive/tenho de lidar. Falar em mais valias, quando não recebemos nada é incompreensível. Existe uma tributação de um rendimento que não existe. Vivo na mesma habitação que afetei e terei de pagar mais valias quando desafetar a parte do imóvel afeta ao AL. Fala-se que poderei ficar isento se alugar por 5 anos, porém, no meu caso, e de outras pessoas, isso não chega, pois por vezes apenas um quarto está afeto ao AL. Temos de poder escolher o que queremos fazer. Saliento ainda que já mandei algumas mensagens à Secretária de Estado da Habitação Ana Pinho, a qual nunca se dignou responder a nenhum dos meus pedidos de contacto. Quero ainda mencionar que decidir iniciar a atividade porque considerei que seria uma forma de sobreviver numa altura de crise económica. Assim, considero que as mais valias não deveriam existir, pois nunca houve mais valias e considero que se nada for feito, seria uma enorme falta de respeito pelas pessoas que tentaram lutar pela sua sobrevivência, no seu país.

2020-01-20

Tributação de rendimentos de Alojamento Local

Parece-me totalmente incompreensível o aumento inscrito na Proposta de OE para 2020 relativamente à tributação do rendimento obtido na prestação de serviços de AL em áreas de contenção, considerando o regime simplificado.
Ora, este regime é, precisamente, o que é utilizado pelos pequenos empreendedores que apostaram neste setor de atividade.
Estes pequenos empreendedores foram, são ainda e vamos ver se continuarão a ser, no futuro, dos mais relevantes agentes de reabilitação urbana, de renovação da economia em centros urbanos degradados e de promoção do nosso País como melhor destino à escala mundial.
Estes pequenos empreendedores, como é o meu caso, investiram as suas economias neste setor, tendo por base determinadas premissas, nomeadamente a fiscalidade que sobre ele incide. Ora, parece-me má-fé, que estas premissas estejam permanentemente a mudar, e que, a ser aprovada a proposta existente, o acréscimo tributário será superior, em 233%, relativamente à realidade de 2014!
Estes pequenos empreendedores que tanto têm sido sacrificados, suportando, com os impostos que pagam, as imparidades geradas pelos grandes grupos económicos, estão fartos.
Tantas cedências têm sido feitas para que este orçamento seja aprovado e que custam dezenas ou centenas de milhões de euros ao erário público, afetando orçamentos futuros, e esta medida, que representa "míseros" 10 milhões de euros para o dito orçamento, mas que representa uma machadada brutal para o rendimento de milhares de famílias que têm do Alojamento Local a sua fonte (muitas vezes, única) de rendimento, seja apresentada na proposta de OE.
Ainda há tempo para colocar a mão na consciência e corrigir este absurdo.
Todos os governantes afirmam que, para a economia portuguesa, é muito mais importante os milhares de pequenos empreendedores que todos os dias lutam pela economia do nosso País, que as grandes multinacionais que poderão ser relocalizadas quando entenderem.
Precisamos que esse sinal seja dado para continuarmos a acreditar!

2020-01-20

Tributação de AL prevista no OE para 2020

Seria muito importante antes de fazer aprovar o novo regime de tributação que, no regime simplificado, prevê que passe a considerar-se 50% da receita como matéria tributável nos AL em locais em regime de contenção, que se conhecesse quem são as pessoas e quais os impactos desta medida.
Considerar que um negócio tem 50% de lucro tributável é uma posição perigosa, nomeadament no AL, pois ignora-se a estrutura de custos que a suporta, nomeadamente o endividamento.
Esta medida vai aumentar aos dependentes da segurança social e aos inscritos no IEFP pois vai haver muita gente, que neste momento sobrevive dessa atividade a fechar, a deixar a banca executar as respetivas hipotecas e a voltar à dependencia do Estado.
Haverá outras formas de arranjar habitação social. Esta chega a ser leviana (criminosa até) pois não tem em conta nada disto. Apenas tem em conta uma minoria endinheirada que herdou casas ou tem na sua carteira de investimentos imóveis em regime de AL. A maioria dos afetados serão remediados e classe média baixa, que decidiram abraçar uma carreira de empreendedor, endividando-se e garantindo por esta via o seu próprio posto de trabalho.
A mensagem que se lhes está a transmitir é a de que não vale a pena ser empreendedor e arriscar pois nem no estado se pode confiar. Este, que devia ser o árbitro e até protetor é quem lhes tira o tapete alterando as regras do jogo antes deste terminar.
Posso provar tudo o que digo com números pois sou um dos casos que descrevo, nomeadamente dos que não tem dinheiro e que está no negócio com endividamente levado e com muito risco associado, e que agora se vê na eminencia de deitar tudo fora, deixando o banco executar as devidas hipotecas.

2020-01-20

Discriminação do coeficiente de tributação do alojamento local

Assunto: o imposto sobre o nosso rendimento foi agravado, face a outras modalidades de alojamento que estão incluídas no mesmo tipo de serviços (alojamento, restauração e similares) O imposto sobre o rendimento incide sobre 35% da receita em apartamentos e moradias, e apenas sobre 15% nas restantes modalidades e serviços de alojamento. Agora há uma proposta de agravamento do coeficiente de 35% para 50% nas àreas de contenção.

Sinto-me discriminado, não só em relação às outras atividades similares, mas também em relação aos meus colegas que se encontrem fora destas àreas de contenção, por vezes do outro lado da rua, sendo que estas zonas forma delimitadas de forma aleatória, não respeitando qualquer lógica compreensível.

Pergunto onde está o principio da igualdade de todos os cidadãos... e gostaria que me dessem uma explicação plausivel, pois sinto que há favorecimento de uns cidadãos em relação a outros, por critérios aleatórios.

Bem hajam.

2020-01-19