Lixo por dinheiro

Olá eu gostaria que houvesse máquinas que dessem dinheiro em troca do lixo assim incentivaria a população a tomar conta do seu lixo a não poluirem o planeta

2019-12-02

SIADAP

Foi criado o novo Sistema de Avaliação de Desempenho de Desempenho, instrumento de gestão importantíssimo ao serviço das organizações e suas lideranças, cuja incumprimento da sua aplicação poderá resultar cessação da Comissão de Serviço daqueles. Os prémios de desempenho associados ao mérito onde estão? Como colmatar a subjetividade da avaliação associada às critério de avaliação das competências, não existindo por parte dos responsáveis a identificação de comportamentos observáveis dos mesmo. A subjetividade reina nas organizações de uma forma arbitrária, descontrolada e sem qualquer auditoria de controlo interno. Gostaria de ver na prática a avaliação das chefias quanto a este instrumento legal que nem sequer acreditam ou aplicam com rigor.
Deixo para reflexão e intervenção aos nossos representantes para que levem o trabalho ao seu nível de dignidade, que tanto afeta os trabalhadores na sua produtividade e responsabilidade.

2019-11-30

Sugestão de ligação férrea Barreiro- Cais do Sodré

Peço-vos atenciosamente que considerem a realização de uma ligação férrea do Barreiro ao Cais do Sodré, de modo a criar uma alternativa às deslocações com origem na margem sul para Lisboa.
Melhores cumprimentos.

2019-11-29

PPR

Já verifiquei k existem alguns deputados k mencionaram k os trabalhadores deveriam descontar para um ppr ou seja um extra para a pensão não ser tão diminuta em fim de vida, mas o caricato foi quando perguntei numa seguradora, se em caso de insolvência da mesma se o nosso dinheiro era garantido como nas contas no banco até aquele valor estipulado e a resposta foi de um desaire total, disseram k não e k nada receberia, o k eu pergunto ao senhores deputados pk dão incentivam as pessoas a cair num erro crasso ou se já tem alguma lei k possa evitar semelhante calamidade para uma pessoa k ganha o ordenado mínimo e acaba por ficar sem nada.

2019-11-25

Escalas de medicos

Não sei se v.exas. já repararam que por se fala dos médicos estarem a ir para o privado, mas só os senhores são os culpados, e passo a elaborar. Já alguém se deu ao trabalho de perguntar aos médicos novos se estão contentes com as escalas k lhes são atribuídas, já k as mesma em questão de horas são poucas e já viram a escala de um médico com alguns anos valentes na casa k fica de serviço a noite num internamente e k tb da escala para a urgência ao mesmo tempo, ou esses mesmos médicos terem noites e manhãs tudo de enfiada, mas essa não e a minha preocupação mas sim a vossa de fiscalizar, o k interessa é k is médicos novos são empurrados para o privado a procura de dinheiro pk dizem k ganham pouco por falta de mais escalas para trabalhar, tenham uma conversa com eles e se calhar vão conseguir segurar mais médicos no sns. Com os melhores cumprimentos.

2019-11-25

Atuação polícial

Criação de um sistema de levantamento de auto de notificação, ou seja, sem coima nem pena acessória, servindo apenas de aviso. No caso de repetição da contra ordenação seria feito auto de contra ordenação.

2019-11-22

A reforma justa devido a desemprego. Que os benefícios fiscais do PPR continuem até aos 66 anos e 5 meses. Que as penalizações não passem os 60 anos. E ainda há o dito fator de … (má gestão?)

Há desempregados que recorrem à «reforma antecipada» porque a idade lhes dificulta um novo emprego. Na realidade, se o contribuinte continuasse empregado, que é o mesmo que dizer «se os gestores da Empresa não decidissem levá-la para insolvência», o «pré-reformado» não teria optado pela «reforma antecipada». Continuaria a laborar até à idade normal de reforma e a ter os benefícios fiscais dos PPR. Quero dizer que o Estado não deveria interromper nenhum benefício fiscal a quem recorreu à «reforma antecipada». A pessoa que recorreu à «reforma antecipada» tem o direito de continuar a procurar emprego e a continuar a preparar a reforma para a qual contribuía (idade dos maiores problemas de saúde) – a sua reforma justa. Por isso sugiro que Estado mantenha durante a «pré-reforma», e até à idade normal da reforma (66 anos e cinco meses), os benefícios fiscais direcionados aos PPR.

O contribuinte ficou involuntariamente desempregado. O desempregado recorreu à «reforma antecipada». O estado cobra-lhe penalizações mensais e IRS. O contribuinte depara-se ainda com a cobrança do designado fator de sustentabilidade, mais parecendo estar a compensar o Estado de prejuízos que, enquanto empregado, tivesse causado à Segurança Social. É dessa forma que muitos desempregados veem a sua reforma (necessariamente antecipada) abaixo do ordenado mínimo nacional, e muitos outros verão essa mesma reforma (necessariamente antecipada) rapidamente ser ultrapassada pelos futuros ordenados mínimos. Se as penalizações se mantêm para a vida, então o estado está a roubar a reforma justa, para a qual os contribuintes participaram durante muitos e muitos anos. Seria justo que as penalizações apenas se mantivessem durante o tempo penalizado (até aos 60 anos). E o Estado não faria mais do que a sua obrigação se mantivesse o incentivo do PPR aos «pré-reformados» (continuidade das respetivas deduções à coleta).

Relativamente ao fator de sustentabilidade, este mais parece uma reparação a fazer pelo pensionista à má gestão, ou à má aplicação, dos fundos da Segurança Social, para os quais contribuiu durante mais de 40 anos. Noutras muitas empresas, em vez de má gestão, até lhe podemos chamar «gestão esperta», uma vez que os gestores encaminham as empresas, intencional e propositadamente, para a insolvência, e consequentemente desempregam os contribuintes. E mais triste, é ver que a fiscalização dos Governos nada faz, porque afinal essas empresas nada deviam ao fisco quando decidiram entrar em insolvência – pois! É a lei! O Estado não vê que parte das «habilidades pró-insolvência» desses «bons gestores» está nesse facto: preparar uma insolvência de forma a nada ficarem a dever ao estado, por contrapartida do aumento das dívidas aos funcionários, aos fornecedores e aos bancos – uma credibilidade disfarçada (corrupção). Assim, nada devendo ao Estado, sabem que o Estado não recorrerá aos seus (dos gerentes das empresas) bens pessoais – e mais uma insolvência se concretiza. O estado não atuou, ou não pôde atuar, e agora o mais penalizado é o desempregado que recorreu à designada «reforma antecipada» (volte ao início).

2019-11-20

Sugestão como alternativa ao aeroporto no Montijo

Bom dia!

Caros Deputados e representantes da população Portuguesa,

Venho por este meio sugerir que se crie uma ligação férrea desde o Aeroporto de Lisboa até ao Aeroporto de Beja.
Por favor, notem que talvez o futuro da circulação de passageiros seja através de comboios, novamente.

Atenciosamente,

Tânia Ferreira

2019-11-15

Fim das coimas nas empresas de telecomunicações

Boa tarde!
É preciso acabar com a fidelidade dos clientes com as empresas de telecomunicações. É um abuso os valores cobrados e atentam contra a livre escolha dos cidadãos de escolher a empresa pela qual deseja ser atendido. Se há um serviço que o cliente não está satisfeito, ele tem o direito de trocar de empresa sem ser onerado por isso. A atual situação permite as empresas em prestar péssimos serviços com a garantia de não perder o cliente.

2019-11-12

IUC vs roubo

Começo por dizer k sou a favor do pagamento do IUC embora custe, mas sou contra o estado cobrar o mesmo quando o bem móvel já não se encontra em nosso poder e passo a explicar, o meu carro e mota foram furtados os dois ao mesmo tempo, fiz a participação e claro k até agora ainda não apareceram, mas o k apareceu foi o IUC dos mesmo para pagar, solicitei na loja do cidadão no imt k me explicassem pk estava a receber akele débito depois de eu ter participado o roubo dos mesmos, fui remetido para as Finanças k nada me souberam dizer e k tinha k pagar e para ir ao IMTT novamente perguntar, ou seja não sou ninguém importante chutaram com a barriga para a frente. Depois a muito custo alguém me disse k para não pagar mais o IUC tinha k cancelar as matriculas, mas o caricato foi o k me disseram a seguir, é k ao cancelar as matriculas e caso aparecesse o carro e a mota tinha k requerer tudo de novo como se fossem novinhos a sair do stand e obrigatoriamente gastar mais dinheiro numa inspeção b, sendo k os mesmo ficariam na PSP para onde são rebocados e k se não fosse feito isto, eram vendidos em leilão para a sucata, então vejamos, fico sem o carro e a mota pk nos roubaram, o estado por sua vez rouba-me no IUC por algo k já não tenho, tive k pagar para me anularem as matriculas, gasto uma pipa num reboque caso seja achado para os ir buscar e levar para uma inspeção b, e se assim não for ainda dou a ganhar ao estado pela venda em leilão de um bem k se ainda o estiver a pagar vou continuar a pagar em k quem sai a ganhar foi o ladrão mais o estado a PSP e afins o único a perder fui nisto tudo, não sei se nisto tudo existirá Alguma web nisto tudo bem organizada, mas bastava k o estado ao receber da PSP a notificação do roubo e suspendesse o pagamento do IUC de imediato até ao seu aparecimento, está estúpida burocracia era toda evitada não deixando dúvidas as pessoas k o estado é uma entidade de bem e k retífica estes problemas numa boa fé para com o contribuinte, depois de tomar conhecimento das mesmas.

2019-11-12