Portal Público de Empresas

Sugiro a criação de um portal público com informação relativa a empresas, como tempo de permanência médio dos últimos 5/10/20 contratados, turnover de recursos humanos e ações em tribunal. Poderia ter mais informações, mas pelo menos estas, ajudam quem está em processo de recrutamento a identificar e qualificar as empresas. Da mesma forma que as empresas têm acesso ao CV das pessoas, as pessoas deviam ter acesso a um "CV" das empresas.

2026-01-13

SNS .a Falta de médicos eos rarefeitos!!

Caros srs desde já muito obrigado por poder exprimir aqui a minha opinião acerca dos problemas SNS a falta de médicos e os rarefeitos!
A solução passaria por:
1- Pagar aos médicos do SNS salários equivalentes aos dos grupos saúde privados.
2-Aos médicos recém formados nas universidades públicas serem admitidos no SNS com salários minimame te decentes! E por um período mínimo obrigatorio de 4 anos pois os mesmos parte da sua formação e suportada pelos contribuintes.
3- acabar com os tarefeiros ! Pois grande parte já não quer ser médico ,só tarefeiro!!.
4- após estas medidas serem postas em prática vai haver médicos que cheguem quer no SNS quer no privado, os tarefeiros irão optar por trabalhar no SNS ou nos privados uma vez que de ambos os lados os salário serão equivalentes, talvez até com ligeira vantagem para o SNS que será sempre preferido em relação aos privados afinal serão funcionários públicos!
Só assim pode terminar este problema Nacional que já conheço desde sempre.
5- INEM falta de Ambulâncias e operacionais, Atribuir aos privados devidamente ca -pacitados e certificados autorizações para operar no transporte de doentes urgentes e não urgentes.
Boa noite muito obrigado pela opurtunidade

2026-01-10

Mais uma vez a SAUDE e SNS- não há tempo para esperar!

Exmos Srs Deputados e demais autoridades competentes neste assunto,
Não tem sido por falta de episódios na saúde que as autoridades competentes são alertadas para a degradação neste setor tão importante para a vida da sociedade portuguesa. Inclusive nesta bolsa de sugestões estão inuneras sugestões que poderiam ajudar a minorar esta problemática, e como cidadão atento e preocupado, não vejo que haja interesse real e concreto a melhorar-se o que quer que seja. É lastimoso que cidadãos falecam à espera de auxilio que não chega a tempo. Parece-nos que não é um pais europeu em que esta situação se verifica. Se existe falta de macas nos hospitais para se libertar as macas das ambulâncias que transportam os doentes, então que se adquiram mais macas e se libertem as ambulâncias para que estas e seus trupulantes possam acorrer às situações que delas necessitam, com urgência
Se existem falta de técnicos (recursos humanos) então que se recrutem tecnicos suficientes, que sejam formados convenientemente, que sejam motivados com beneficios adequafos e realistas. Que se existem falta de médicos e/ou enfermeiros no SNS , que se dialogue com Transparência com as respetivas Ordens e instituições respetivas para que de uma vez por todas essas alegadas faltas em recursos humanos sejam de facto minimizadas.
Que se existem slgumas contrariedades em se celebrarem as tão faladas PPP, no setor da saúde, que se revejam as ideias contrárias à efectivação de tais parcerias, e aquelas que do antecedente ofereceram vantagens, então de forma desapegada de ideologias, sejam celebradas tais parcerias, que se revelem benéficas para a saúde e para os cidadãos.
Que se existe uma "sangria" de medicos e/ou enfermeiros do SNS e/ou do País, então que se conduza uma analise cuidada e realista de mecanismos e procedimentos que minimizem tal saída do sistema, para que os beneficiários do mesmo , sejam tratados e acolhidos de forma digna no SNS.
Que se faltam meios ( ambulâncias) que não se demore mais de 2 anos para aquisição das mesmas. Que se existe uma dívida signifivativa aos fornecedores do SNS que seja com responsabilidsde e rapidez quitada a tais fornecedores. Quando o cidadão não paga os seus impostos a tempo, o Estado através das instituições competentes, recorre a penhoras aos mesmos cidadãos adicionando juros, e obtém os valores devidos, ou não, não conferindo alternativas solidarias.
Que se a politica de prevenção e comparticipacoes no pagamento de medicamentos nao é a adequada, que se reveja de forma a ninguém ficar para trás.

Em suma, estes aspetos e outros, têm sido mais do que identificados, mas parece-nos que os problemas além de não serem resolvidos, se têm agravado de forma exponencial. A sociedade portuguesa merece o direito à Saúde de forma conveniente, atempada, tecnicamente responsável e consequência de uma sociedade evoluída.

Sugerimos uma particular e urgente analise e decisões responsáveis sobre este assunto. Os portugueses merecem.

Com os meus melhores cumprimentos
JMBG

2026-01-10

Sugestões no setor agrícola

Plantação de culturas intensivas por quotas.
Não permissão de culturas intensivas demasiado próximo de localidades.
Avaliação de efetivo impacto ambiental inerente à plantação de culturas intensivas.
Replantação de árvores arrancadas por conta de plantação de culturas intensivas

Sugestões tendo em conta a situação de destruição de montado a que se assiste no Baixo Alentejo e Alentejo Central

2026-01-10

Votação pela aplicação GOV ou portal das finanças

Permitir a votação a partir de um dispositivo móvel não obrigando a dirigir a uma mesa de voto. Sendo que já há a possibilidade de assinatura digital.

2026-01-06

Estatuto Medico SNS

Ex. Sr
Sendo a primeira vez que estou a fazer uma sugestão nesta “bolsa”, nem sei se existe algum protocolo….
Enquanto via um debate sobre a falta de medicos NO SNS e a dificultade(ou inércia dos governos anteriores) em cativar, fixar, manter médicos no sns, e sendo Portugal o 3º país da OCDE!!! e pasme-se o 8.º do MUNDO com mais medicos formados por mil Habitantes!!! Onde estão? Privados/bolseiros e a emigração!!!
E sabendo que qualquer uma delas oferece mais conforto financeiro, o lado Humano e (espera-mos todos) o lado patriótico e grato ao país que lhes proporcionou uma formação que faz deles, dos melhores do mundo, tambem deve viver dentro deles..
Médicos Exclusivos do SNS!!!
Condições financeiras que teriam de ser um pouco melhores das que oferece neste momento, nunca tao boas como os privados podem oferecer!!! Mas algumas regalias ao nivel da colocação (quantos emigrantes voltariam para o conforto de casa??), e da possibilidade de progressão na carreira , quadros…. Para nao falar do reconhecimento gratificante de fazer parte do que fez o SNS vortar a funcionar, e voltarmos a ver o portugueses confiantes ,seguros e felizes com a sua saude. Os outros, e os nossos!
Se tiver de parecer uma empresa, que seja… mas uma empresa que trabalha para o bom funcionamento do serviço do SNS em vez de trabalhar para lucrar…
Não serão todos, nem a maior parte, mas os Medicos com vocação e sentido de dever, serão motivados e sérios a 100%. Poucos, mas bons…

2026-01-02

Medida para sinalizacao de algumas doenças- rapida identificação por parte dos serviços de saúde ao prestarem auxílio urgente

Um numero elevado de cidadãos infelizmente, é portador de algumas doenças que muitas vezes provocam situações de desmaio, ou outras que impossibilitam a rapida identificacao da causa, por exemplo se ocorre um desmaio na via pública, sendo que o doente não consegue informar o que quer que seja a quem lhe presta auxilio.
É o caso de doentes diabéticos, de doentes com ataques epileticos periodicos etc.
Por que nao o uso de uma pulseira, ou identificada por cores, ou com inscrições para cada tipo de doença, por exemplo, para que em caso de necessidade quem oresta auxílio saiba algo do seu histórico clínico e isso possa poupar algum tempo nesse auxilio/ diagnóstico?

Sugere-se uma analise e decisão por parte das autoridades competentes, se for o caso.

Com os meus melhores cumprimentos

JMBG

2026-01-02

Medicamentos para prevenção de cancro para mulheres- comparticipação exige-se!

Exmos Srs,
a situação económica dos agregados portugueses, como se sabe, não é muito favorável. O SNS enfrenta igualmente uma crise de sustentabilidade, no entanto, haverá que prevenir determinadas situações, que se não o forem, poderão originar nas mulheres patologias e consequências muito negativas para as mesmas, bem como para o serviço nacional de saúde pelas consequências nefastas em termos de tratamentos, afetação de recursos humanos e tecnológicos associados. A prevenção neste caso deveria ser a regra. Assim, determinados medicamentos para uso e aplicação das partes intimas nas senhoras (gel, óvulos, etc), que por exemplo contraíram o vírus do HPV, que se não for tratado em tempo e com persistência, poderá degenerar num cancro do colo do útero e outros, acarretando para o paciente um transtorno enorme e respetivas famílias, para a economia (trabalho) e para o SNS em si pelas implicações inerentes.

Estamos em crer que a prevenção aqui será a ação chave. Assim, os medicamentos existentes no mercado, e há alguns que não têm comparticipação, deveriam ter essa comparticipação pelo Estado, pois os preços são algo elevados (dezenas de euros) e assim poder-se-ia desanuviar o esforço financeiro mensal por parte dos agregados familiares.

Sugere-se uma análise criteriosa e responsável pelas autoridades competentes e que uma comparticipação pudesse ser efetiva por parte dos serviços do Estado.

Meus cumprimentos,

Marcia Gomes

2025-12-20

Autismo e consequências- o que poderá ser feito com responsabilidade e continuidade?

Exmos Srs,
o autismo é algo que tem afetado e continua a afetar muitos dos nossos concidadãos, e respetivos agregados familiares. É algo que afeta também os entes mais chegados. Existe a designada CARTA DOS DIREITOS DE PESSOAS COM AUTISMO que nos diversos direitos consagrados se consegue verificar que muitos deles não encontram respaldo prático. Na educação por exemplo. Os recursos humanos dedicados, ou não existem, ou não têm preparação técnica e anímica adequada. O ser humano portador de autismo se precocemente identificado merece um acompanhamento familiar e do Estado que respeite os conhecimentos científicos e técnicos suportados pelas boas práticas em uso.
A falta de recursos humanos preparados tecnicamente, motivados, aos quais se têm que dar recursos diferenciados, deve ser o core business nesta "luta". O acesso a uma vida o mais normal possível destes nossos cidadãos, deverá igualmente ser acautelada, não só como o acesso ao mundo do trabalho, como também à vida social e/ou académica. Nos EUA com o sistema de saúde que de certa forma é conhecido pelos europeus, é dada uma particular atenção aos cuidados a serem prestados a crianças/cidadãos com autismo. A preparação de técnicos não exige que se obtenha um curso superior. Tal preparação é consubstanciada por preparação teórica e prática onde aqueles que pretendem ingressar nessa área, e após qualificação sob exame rigoroso, podem praticar através de centros especializados, ou deslocando-se ao ambiente escolar onde tais crianças/jovens estudam e no próprio meio os auxiliar e apoiar nas tarefas escolares e comportamentais, criando um vínculo com eles, que só os ajuda e liberta recursos humanos das próprias escolas. Aos fins de semana ou em situações de necessidade dos pais, eles deslocam-se aos domicílios e estabelecendo um contato contínuo com a criança/jovem facilitam a sua ambientação em momentos de autonomia, que se deseja, no futuro destas crianças. O Estado comparticipa nos custos de tais centros e permite a sua viabilidade e continuidade. Portugal não está desprovido de legislação e de guias para a inclusão de pessoas com autismo. Mas é preciso operacionalizar as intenções com as práticas, de forma coerente e contínua. É necessário apostar-se com firmeza nos recursos humanos (preparação e formação de técnicos) e técnicas apropriadas para minimizar os efeitos desta situação. Em Portugal os estudos referem que entre 0,5% e 1% seja a população portadora de autismo. Sabemos igualmente que este tipo de crianças tem um nível de inteligência elevado. Se houver algo, alguém que coopere com os agregados familiares, e em especial com as crianças, facilitando a vida de pais, professores, comunidade escolar, etc. com certeza a produtividade e animo destes aumentará.

Sugere-se que com realismo e responsabilidade seja dada uma particular atenção a este assunto, que a ser bem conduzido, poderá trazer muitos benefícios à sociedade e ao País como um todo.

Com os melhores cumprimentos,

JMBG

2025-12-09

Legislação aplicada a cidadãos com o estatuto de ex-combatentes- ampliar as medidas vigentes

Exmos Srs parlamentares,
este universo de nossos concidadãos que lutaram e defenderam o País em territórios longínquos viram alguns dos seus anseios serem atendidos em legislação do âmbito ( Leis 9/2002, 21/2004 e etc). Tais direitos atribuídos a esses nossos concidadãos, foram em larga medida a resposta aos anseios destes portugueses. Todavia, verifica-se que por exemplo a desconto nos medicamentos prescritos pelo SNS em muitos casos não são aplicados (mesmo durante 2025) causando "prejuízos" econômicos a esses nossos compatriotas. A aplicação em 2026 dos descontos previstos, caso essa situação não seja resolvida junto das entidades competentes que tutelam o RNU (Registo Nacional de Utentes), vai originar que tais descontos legais e de merecida justiça não sejam de novo aplicados. Haverá que com celeridade precaver situações anómalas num futuro próximo.
Pensamos que estes nossos concidadãos que arriscaram a sua vida em prol de um bem comum e valores nacionais pudessem ser abrangidos por outras medidas de apoio, tais como:
- redução do valor do IUC em sede de autoridade tributária;
- caso solicitem um empréstimo para aquisição de viatura, a taxa a ser aplicada em termos de IVA pudesse sofrer uma redução, a ser determinada;
- num empréstimo para aquisição de habitação própria a taxa de juros pudesse ter um coeficiente de redução;
- os filhos de ex-combatentes no acesso ao ensino superior e respetiva frequência pudessem ter uma redução em uma determinada percentagem a ser definida no pagamento das propinas;
- que pudesse ser aumentada anualmente em função de critérios justos o montante a ser pago a cada um dos ex-combatentes que estão em condições de auferir de tal montante

em suma, estamos em crer que tudo aquilo que possa ser feito por esses nossos concidadãos ainda vivos, possam em certa medida aliviar algum esforço económico.

Sugere-se uma análise e avaliação responsável por parte das autoridades responsáveis.

Com os melhores cumprimentos,

JMBG

2025-12-09