Violência a aumentar e vigilância é necessária- para onde vamos?

Exmos Srs,
De acordo com RASI e notícias que se recebem diariamente um determinado tipo de violência ( agressões fisicas) está a aumentar.

A sociefade está a ficar sem algum controlo. A percepção da comunidade é que a violência aumenta significativamente. Claro que violência é violência. Desde que cause perturbação e a sociedade não se sinta segura haverá que fazer alguma coisa, tomar medidas concretas e eficazez. Muito desse tipo de violência é uma violência grupal, que instigada ou não, e não deveria ter lugar na nossa sociedade que é caracterizada por tranquilidade, ou pelo menos era.
Não podemos compactuar com esta realidade. A agressão prepertrada por indivíduos está cada vez mais a alastrar'-se a grupos. Seja no futebol e outris desportos, seja em locais de diversão noturna ou suas imediações, seja em restaurantes de elevada capacidade, seja em hospitais etc.
Uma coisa é certa - não podemos ter um agente de segurança em cada esquina. Tem que haver muita sensibilização da sociedade para este tipo de comportamentos desviantes. Mas temos que ver o Estado com maior intervenção.
Seja através de:
- reforço da sensibilização da comunidade através de diferentes meios de comunicação incluindo internet com campanhas inovadoras e aplicadas à realidade
- instalação de CCTV em locais e zonas já identificadas como passiveis de serem problemáticas
- pelo reforço da vigilancia fisica em tais áreas
- adaptacao e alteração se necessario da moldura penal quando os agressores forem identificados
- proibição de venda de alcool a partir de determinada hora
- vigilancia de areas onde o consumo de alcool na via pública se faz com regularidade
- se necessario,, medidas para evitar grandes grupos na via pública a partir de determinada hora
- empoderar a Policia Municipal

Estas algumas medidas que se propõem para tentar mitigar as consequências deste fenómeno.

Numa altura em que se aproximam os Santos Populares será necessário definirem-se medidas eficazes.
Sugere-se uma analise cuidafa e responsavel pelas entidades competentes.

Com os melhores cumprimentos

JMBG

2026-04-28

Mães/ pais sozinhos (as) que perdem o direito ao abono de familia por irem residir para casa de seus pais- será que não existem medidas corretoras no sistema?

Exmos Srs,
Soubemos pela comunicação social que este assunto era uma realidade.
Bem, a princípio julgamos que poderia ser um erro do sistema pois como se sabe o sistema funciona com base em números. Ora, numa situação de fragilidade economica, uma mãe ou um pai que tenha a seu cargo um filho, ou filhos, a seu cargo e que estejam a residir numa habitação arrendada, cujos preços são elevados mensalmente, em que os vencimentos são relativamente baixos, será compreensivel que tais cidadãos tentem minorar encargos financeiros, socorrendo-se dos pais para ai residirem, tentando mitigar esses encargos e essas dificuldades inerentes a uma situação de alguma fragilidade. Se com esta situacao vão diminuir uma parcela do seu encargo mensal, por outro, vão aumentar os encargos do orcamenti de seus pais, se for o caso, em consumos de energia, agua e noutras despesas. Parece-nos que esta alegada " teoria de vasos comunicantes " não venha a satisfazer qualidade de vida de uns e de outros. O Estado não pode, em nosso entender, aproveitar-se desta circunstância e eliminar a atribuição do abono de familia as criancas/ jovens que se encontram privadas de uma vida com qualidade emocional que seria admissível.
O Estado não pode deixar de ser " o pai e a mãe " dos cidadãos quando a situação o exige, pois os cidadãos são "bons filhos" na medida em que contribuem com os seus impostos para o Orcamento daquele.
Terá que se avaliar, nós diriamos, caso a caso, para que o sistema não seja somente baseado em números. Uma medida corretora e inovadora terá que ser introduzida para que a situação não penalize os agregafos familiares que contam com esse abono, que se diga não é com certeza elevado, e por outro lado, os pais de tais cidadãos que os acolhem nos seus lares, sejam por consequência " penalizadas " com o aumento das suas despesas " caseiras". Pede- se ao Estado uma análise integradora e humana, tanto mais que um Pais em que a natalidade não é significativa, quaisquer medidas que incentivem essa situação serão bem recebidas.

Devem ser criados mecanismos atenuadores, caso a caso, para que a uma situação de fragilidade, se adicione outra fragilidade.

Sugerimos uma atenção cuidada e baseada em situações concretas, para que tais cortes não aumentem as fragilidades de outras pessoas.

Com os meus melhores cumprimentos

JMBG

2026-04-24

Limpeza de terrenos florestais pertença do Estado!

Exmos Srs deputados e demais autoridades,

Aproxima-se a passos largos a época dos incêndios florestais. Como consequência das tempestades de Janeiro e Fevereiro últimos muitas áreas do País aonda estão cobertas de material combustível. São áreas muito significativas que para serem limpas e esses materiais removidos será uma luta contra o tempo e contra o fogo. O Sr Ministro da Administração Interna responsável pela Proteção civil apelou ao civismo e contribuição individual e colectiva para ações de sensibilização e de prevenção. Os proprietários de terrenos rurais, à semelhança de anos transatos terão que proceder à limpeza dos terrenos da sua responsabilidade sob pena de sobre eles serem levantados autos e coimas. Mas pergunta-se: E será que o Estado irá em tempo proceder à limpeza dos seus " terrenos"? Seria bom que tal acontecesse não só para dar o exemplo, como também evitar males maiores caso os incêndios se verifiquem nesses espaços e se propaguem a terrenos/ áreas privadas. Este ano não será exceção e os incêndios provocados pela mão humana, ou pela mãe natureza vão acontecer. Lamentavelmente não se conseguem evitar.
Recomenda-se:
- reforço de acoes de sensibilização e prevenção utilizando todos os meios disponíveis
- aumento da vigilância já a partir de Maio
- revisão da moldura penal para aqueles que comprovadamente forem considerados incendiários
- o Estado de o exemplo na limpeza das áreas pelas quais é responsável ( matas, florestas, etc.)
- recurso, sempre que possível, nos espaços públicos de mão de obra à custa de população prisional e/ ou de voluntarios
- criação de um programa de incentivos, a ser determinado, para os grupos de voluntários
- pre- disposição criteriosa de meios em locais onde o risco de incêndios é maior
- sensibilização contínua à população rural de procedimentos de limpeza e segurança individual e coletiva
- preparação atempada de planos referentes a combate a incêndios que têm como base a prevenção a todos os niveis da administração do Estado
- revisão e melhoria de todas as lições Aprendidas de situações pretéritas
- melhorar o incentivo aos nossos bombeiros
- o Estado liquidar com a celeridade devida os pagamentos às entidades envolvidas
- melhorar e agilizar a contribuição das Forças Armadas, dotando- as de recursos adequados e em tempo
- planear e preparar, em tempo, pedidos de auxilio ao nível da UE evitando demoras em cima do acontecimento
- conduzir treinos e preparação ao nivel rural para prevenção e segurança ( criar disciplina de procedimentos )
- criar e guarnecer com antecedência um grupo de acompanhamento/ crise
- melhorar a ação de comando e controle do sistema implementado
- adquirir em tempo meios de comunicações e sua interoperabilidade

Em suma, pensamos que a preparação é fundamental e crítica este ano, pela quantidade enorme de material combustivel existente em grandes áreas do Pais.

Sugerimos uma atenção muito cuidada e com competência este ano a todos os níveis

Com os melhores cumprimentos
JMBG

2026-04-22

Animais como Meio de Transporte

Senhoras e Senhores membros da assembleia,

Apresento hoje uma proposta que reflete não apenas a evolução da nossa sociedade, mas também o nosso compromisso ético com o bem-estar animal: a proibição do uso de animais como meio de transporte.

Durante séculos, os animais foram utilizados para puxar carroças, transportar cargas e até pessoas. Contudo, o facto de ser uma prática histórica não a torna automaticamente justa ou aceitável nos dias de hoje. A nossa sociedade evoluiu, desenvolvemos tecnologia e alternativas eficientes que tornam este tipo de exploração desnecessária.

Em primeiro lugar, importa destacar a questão do bem-estar animal. Muitos dos animais utilizados para transporte são sujeitos a condições extremamente exigentes: longas horas de trabalho, exposição a temperaturas extremas, alimentação inadequada e cuidados veterinários insuficientes. Estas condições comprometem gravemente a sua saúde física e psicológica. Não podemos ignorar que estes seres são capazes de sentir dor, stress e exaustão.

Em segundo lugar, existem hoje alternativas tecnológicas e sustentáveis. Veículos elétricos, bicicletas de carga e outros meios modernos conseguem substituir plenamente os animais, com maior eficiência, menor impacto ambiental e sem sofrimento associado. A manutenção de práticas antiquadas apenas atrasa o progresso e perpetua problemas evitáveis.

Outro ponto relevante é a segurança pública. Animais em ambientes urbanos, sujeitos a estímulos intensos como trânsito, ruído e multidões, podem reagir de forma imprevisível, aumentando o risco de acidentes tanto para eles como para as pessoas.

Além disso, esta proposta reforça a imagem de uma sociedade ética e responsável. Países e cidades que adotam medidas de proteção animal são cada vez mais reconhecidos internacionalmente, o que contribui também para uma reputação positiva e até benefícios económicos, como o turismo consciente.

Por fim, é importante sublinhar que esta lei não pretende prejudicar comunidades, mas sim promover uma transição justa. Devem ser previstos apoios e alternativas para quem depende atualmente desta atividade, garantindo que ninguém fica para trás.

Senhoras e Senhores, esta é uma oportunidade de demonstrarmos que o progresso não se mede apenas em termos económicos ou tecnológicos, mas também na forma como tratamos os mais vulneráveis.

Peço, por isso, o vosso apoio a esta proposta.

Muito obrigado.

2026-04-22

Contratação pública versus Tribunal de Contas- flexibilização e agilização de procedimentos?

Às autoridades responsáveis e competentes nesta matéria,
as regras irão ser alteradas em breve. Os montantes de adjudicação direta, que agora irão ser superiores, e não necessitam de visto prévio do Tribunal de Contas, serão alterados. Ora, além dos montantes serem superiores, o que nos parece que o deveriam ser, mas talvez uma ponderação diferente no valor, agora a isenção do visto prévio do Tribunal deixa de ser necessário.

Portugal tem casos de corrupção a serem julgados, os cidadãos têm a perceção que a corrupção está a aumentar, e em estudos internacionais o País não está nos lugares cimeiros, então será que esta medida vai de facto aumentar a rapidez, agilizar de facto as empreitadas, tornar os processos mais flexíveis, em suma, melhorar a execução do orçamento que é baseado maioritariamente na contribuição dos nossos impostos?
Se não existirem mecanismos de controlo, verificação, inspeção e gestão a par de uma ação de sensibilização de utilização dos dinheiros públicos, então poderemos cair " na esparrela" de aumentar casos nebulosos e de alguma alegada corrupção que o País não pretende. Sugere-se uma análise bem responsável e mecanismos para mitigar quaisquer aspetos nefastos a esta prática.

Com os cumprimentos,

JMBG

2026-04-17

Decisão sobre donativos aos partidos- transparência procura-se!!!

Exmos Srs,
soubemos que os donativos aos partidos politicos, vão deixar de ter escrutínio pelo cidadão com base na disposição de privacidade de dados e elementos identificativos dos contribuintes. Ora, parece.nos meio caminho andado para a não transparência e ocultação da proveniência de tais contribuições, o que em tese poderá originar a perceção de algum possível favorecimento algures no tempo e no espaço. Numa sociedade em que a perceção dos cidadãos não é muito favorável à falta de transparência, seja em que organização for, estamos talvez a gtrilhar um caminho legalizado que poderá a breve prazo ser acompanhado de desconfiança e de mau estar na sociedade.

Será que este é um tema/assunto que deve merecer uma aprovação da sociedade, quando à partida nos parece que a sociedade pretende transparência e clareza em todos os assuntos públicos?
O cidadão merece. Temos diversos casos a serem analisados na justiça. Será que se pretende "entupir" o sistema judicial com "casos e casinhos"?

Sugere-se das entidades competentes uma análise e avaliação responsável sobre este assunto.

Com os melhores cumprimentos

JMBG

2026-04-17

Falta de especialistas no IPO do Porto- que rumo e quais as consequências?

Exmas autoridades de saude e Exmos Srs deputados da AR,

A saúde, ou melhor o SNS, não está a gozar de boa saúde. De Norte a Sul do País as queixas, reclamações acumulam-se. O facto é que quem necessita de cuidados de saúde e tem que recorrer a unidades de saúde quer ver o seu problema resolvido. Ao Estado garante disponibilizar os meios para que tal se verifique. Existem unidades de saúde as quais, e pensamos que a ninguém isso oferece contestação, os meios humanos, tecnicos e financeiros, devem estar garantidos. É o caso dos IPOs. No norte do Pais viemos a saber que existem falhas de medicos em determinadas especialidades. Ora, esse instituto trata de pacientes com patologias diversas e com uma fragilidade enorme devido à natureza da doença. Não é, em nosso entender, admissivel que este tipo de situações aconteça.

Não é só com aumento de digitalização que os problemas se resolvem. A digitalização pode minorar tempos de espera e alguma coordenação, mas os recursos humanos são aqueles sobre os quais terá que haver uma melhor atenção. Têm as autoridades responsaveis que dedicar todo o seu potencial de planeamento, diálogo, coordenacao, execução de politicas coerentes e sustentáveis para que os cidadãos que infelizmente têm que ser tratados nesse tipo de unidades médicas, tenham a certeza que vão encontrar profissionais em quantidade e qualidade para os tratarem adequadamente.

É urgente e mandatorio que seja prestada uma atenção consequente a este assunto. Os pacientes e os cidadãos em geral merecem.

Com os meus melhores cumprimentos
JMBG

2026-04-16

Passe autocarro Algarve/ Comboio/ MiniBus

É necessário que o passe mensal do autocarro para o Algarve abrange os comboios e os minibus de cada localidade, tudo com o mesmo passe.

Também é necessário comprar por 30 dias mas apartir do dia de compra e não por mês civil como no passe verde dos comboios.

2026-04-15

Circular Lagoa Algarve

É urgente fazer uma circular em Lagoa no Algarve. Não há transportes públicos que cumpram horários com tanto trânsito.

2026-04-15

Internamentos sociais- responsabilização e consequências

Exmos Srs,
Sabemos que atualmente mais de 2500 camas estão ocupadas com internamentos desta natureza. Lamentavelmente é a realidade no nosso País.
As causas estão grosso modo identificadas mas as consequências igualmente. São camas que não podem ser utilizadas por pacientes com necessidades, são espaços ocupados, é um gasto avultado associado a este fenómeno, em suma, a situação não é regular nem esperada.
Os familiares muitas vezes deixam os seus idosos à sua sorte, e mesmo sendo-lhes dada alta, ninguém os vai buscar, e nem têm para onde ir. Obviamente o Estado em termos lato tem que salvaguardar a integridade fisica e segurança destes nossos compatriotas. Não há explicação nem pode haver complacência a quem ( família) não trate dos seus idosos. Estamos num País que não é propriamente um País incapaz de localizar familiares dos cidadãos em questão. Existem diversas formas de identificar e chamar à responsabilidade tais familiares. A situação deste tipo de internamentos não pode continuar ficando a sociedade impávida e serena para com esta distorção.

Há centenas de outros cidadãos sos quais não é prestada a assistência hospitalar pir falta de meios e espaço físico.
O Estado tem o dever de tratar dos seus, mas isso não implica isenção de responsabilidade dos familiares.

Assim, sugere-se um conjunto de medidas/ ações para minimizar este tipo de situações.
1. Identificar/localizar os familiares que podem ter responsabilidade para com o cidadão internado.
2. Antes da previsão de alta do cidadão contactar esse familiar informando-o do facto, para que a família se organize.
3. Se após alta, o familiar não receber o cidadão abrir um inquerito pelo MP, após contato da entidade hospitalar.
4. Resolução judicial do caso com celeridade e aplicação de uma pena agravada ao familiar ou familiares
5. Determinar e exigir do familiar a devida compensação ao Estado, por tempo suplementar que o cidadão esteve a mais na unidade hospitalar
6. Não disponibilizar reembolso, caso haja, em sede de IRS ao familiar que com responsabilidade do cidadão nao diligencie para o receber
7. Caso o cidadão receba pensão que em caso de ele se constituir na situação de internamento social, o montante de tal pensão seja retido pelo Estado enquanto ele se constituir nessa situação, evitando que terceiros possam ter acesso a tais valores.
8. Seja criada uma lista de irresponsabilidade e o, ou familiares responsáveis que não cumpram com as suas responsabilidades sejam impossibilitados de obterem empréstimos bancários
9. Aos familiares responsáveis que não exercam essa responsabilidade, que possam ser executados em sede de autoridade tributária, à semelhança do que acontece com não pagamento de multas de trânsito.

Em suma, terá em nosso entender, que ser criado um.mecanismo para responsabilizar e penalizar aqueles que não exercam a sua responsabilidade familiar. A manutenção desta situação não pode persistir, sob pena dos prejuízos serem enormes.

Com os melhores cumprimentos
JMBG

2026-04-14